quarta-feira, 20 de outubro de 2010

"Mestre não é quem sempre ensina, mas quem, de repente, aprende" Guimarães Rosa

Corrida dos Sapinhos


Era uma vez uma corrida de sapinhos.
Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles. Começou a competição. A multidão dizia:
Não vão conseguir, não vão conseguir!
Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que
continuava subindo.
E a multidão continuava a aclamar:
Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir
E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.
Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO.
Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise de coragem não deve escutar as pessoas que falam que você não vai conseguir.
Seja surdo aos apelos negativos.


Autor desconhecido

Dia do Professor

    

    


PARABÉNS PROFESSOR PELO SEU DIA, CONCERTEZA VOCÊ É O PROFISSIONAL QUE ALICERÇA ESTE MUNDO!


A todos os educadores que sonham com sistema educação eficiente e de qualidade!!!!!!!! Pois, é só através da educação que essa transformação, pode ocorrer, afinal não é pelo banco de nossas escolas que passam todos aqueles aos quais delegamos a responsabilidade de um País melhor e mais justo de se viver !
    

quarta-feira, 2 de junho de 2010


Estes são nossos alunos do Ensino Fundamental vespertino classificados na 2 ª fase, do concurso "Palavras que Florescem" classificados para prómima etapa.

terça-feira, 25 de maio de 2010

PROJETO RECICLAGEM

Aluno da FMB, estão desenvolvendo um projeto de conscientização através de palestras, vídeos e amostras de objetos ja confeccionados com material reutilizado. Com objetivo de despertar em nossos alunos uma importante regra da sociedade moderna , para vivermo bem!"Precisamos pensar globalmente e agirmos localmente"!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

PROJETO SOBRE A INCONFIDENCIA MINEIRA


PROJETO: “TIRADENTES” Inconfidente porquê?

PROFESSORAS RESPONSÁVEIS: Sandra e Talita

SÉRIES: Ensino fundamental I, II Fase e Ensino Médio

DURAÇÃO APROXIMADA: Duas aulas

Recursos: Aula Expositiva e Recursos de Multimídia


Justificativa:

Fazer com os alunos aprendam e memorizem a importância, de Tiradentes e seu papel na inconfidência mineira.



Objetivo:

Evidenciar todo contexto mundial até minas gerais, onde ocorreu a Inconfidência Mineira, os fatores sociais e políticos que culminaram para que isso ocorresse.

Metodologia: mini-aula, música, paródia, vídeo e texto informativo.



INTRODUÇÃO

o que foi a Inconfidência?(texto informativo)


O quadro “Sentença de Tiradentes”: Portugal utilizava a violência como instrumento repressivo.

No século XVIII, a ascensão da economia mineradora trouxe um intenso processo de criação de centros urbanos pela colônia acompanhada pela formação de camadas sociais intermediárias. Os filhos das elites mineradoras, buscando concluir sua formação educacional, eram enviados para os principais centros universitários europeus. Nessa época, os ideais de igualdade e liberdade do pensamento iluminista espalhavam-se nos meios intelectuais da Europa.

Na segunda metade do século XVIII, a economia mineradora dava seus primeiros sinais claros de enfraquecimento. O problema do contrabando, o escasseamento das reservas auríferas e a profunda dependência econômica fizeram com que Portugal aumentasse os impostos e a fiscalização sobre as atividades empreendidas na colônia. Entre outras medidas, as cem arrobas de ouro anuais configuravam uma nova modalidade de cobrança que tentava garantir os lucros lusitanos.

No entanto, com o progressivo desaparecimento das regiões auríferas, os colonos tinham grandes dificuldades em cumprir a exigência estabelecida. Portugal, inconformado com a diminuição dos lucros, resolveu empreender um novo imposto: a derrama. Sua cobrança serviria para complementar

os valores das dívidas que os mineradores acumulavam junto à Coroa. Sua arrecadação era feita pelo confisco de bens e propriedades que pudessem ser de interesse da Coroa.

Esse imposto era extremamente impopular, pois muitos colonos consideravam sua prática extremamente abusiva. Com isso, as elites intelectuais e econômicas da economia mineradora, influenciadas pelo iluminismo, começaram a se articular em oposição à dominação portuguesa. No ano de 1789, um grupo de poetas, profissionais liberais, mineradores e fazendeiros tramavam tomar controle de Minas Gerais. O plano seria colocado em prática em fevereiro de 1789, data marcada para a cobrança da derrama.

Aproveitando da agitação contra a cobrança do imposto, os inconfidentes contaram com a mobilização popular para alcançarem seus objetivos. Entre os inconfidentes estavam poetas como Claudio Manoel da Costa e Tomas Antonio Gonzaga; os padres Carlos Correia de Toledo, o coronel Joaquim Silvério dos Reis; e o alferes Tiradentes, um dos poucos participantes de origem popular dessa rebelião. Eles iriam proclamar a independência e a proclamação de uma república na região de Minas.

Com a aproximação da cobrança metropolitana, as reuniões e expectativas em torno da inconfidência tornavam-se cada vez mais intensas. Chegada a data da derrama, sua cobrança fora revogada pelas autoridades lusitanas. Nesse meio tempo, as autoridades metropolitanas estabeleceram um inquérito para apurar uma denúncia sobre a insurreição na região de Minas. Através da delação de Joaquim Silvério dos Reis, que denunciou seus companheiros pelo perdão de suas dívidas, várias pessoas foram presas pelas autoridades de Portugal.

Tratando-se de um movimento composto por influentes integrantes das elites, alguns poucos denunciados foram condenados à prisão e ao degredo na África. O único a assumir as responsabilidades pela trama foi Tiradentes. Para reprimir outras possíveis revoltas, Portugal decretou o enforcamento e o esquartejamento do inconfidente de origem menos abastada. Seu corpo foi exposto nas vias que davam acesso a Minas Gerais. Era o fim da Inconfidência Mineira.

Mesmo tendo caráter separatista, os inconfidentes impunham limites ao seu projeto. Não pretendiam dar fim à escravidão africana e não possuíam algum tipo de ideal que lutasse pela independência da “nação brasileira”. Dessa forma, podemos ver que a inconfidência foi um movimento restrito e incapaz de articular algum tipo de mobilização que definitivamente desse fim à exploração colonial lusitana.

Escrito por: Rainer Sousa
Graduado em História

ANEXOS

Vídeo Animado explicando como ocorreu naquela época a Inconfidencia

Paródia para memorizar o conteúdo "Aprenda Cantando"